Ferry e cabo submarino foram matérias hoje trazidas à liça no debate do orçamento da Região para 2018.
Pedro Calado assegurou que já há um protocolo gisado sobre o cabo submarino e, em relação ao ferry, o Executivo já fez o trabalho de casa caso nenhuma proposta entre até ao final do dia de hoje.
O deputado do PS, Victor Freitas havia questionado o vice-presidente sobre o concurso do ferry para o continente.
Jaime Leandro, do PS, disse que estamos perante um “orçamento travesti” e “maquilhado”.
O líder regional do CDS, Lopes da Fonseca questionou sobre as opções do Governo designadamente em terminar a cota 500 em detrimento das áreas sociais.
Numa troca de argumentos, sugeriu que Pedro Calado seria o delfim de Miguel Albuquerque e aquele ripostou que é no CDS que existe crise de liderança.
José Manuel Rodrigues, do CDS, além de questionar sobre o cabo submarino, disse que este Orçamento é “digno de passar na RTP-Memória”.
Lino Abreu, também do CDS, disse que se trata de “um orçamento anestesiado”.
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