
A saga do porcos! Não é nenhum filme mas a notícia que o Funchal Notícias publicou a 6 de dezembro teve sequelas.
Em vésperas de Natal, a Casa de Saúde São João de Deus continua a abater porcos nas suas instalações.
Contaram ao Estepilha que é uma roda viva para os lados do Trapiche.
Oficialmente, a instituição jura a pés juntos que não há carne de porco a entrar ou a sair.
Mas fontes bem colocadas sussurraram aos ouvidos do Estepilha que, umas vezes viva outras em carcaças já (bem) amanhadas, a peste suína (salvo seja!) vai e vem.
A que vem é trocada por leitões, a que sai, já amanhada, tem destino certo, em jeito de gracinha de Natal.
O Estepilha não vai nessa conversa nem embarca na má língua!
Mas sabe somar dois mais dois. E sabe que a exploração pecuária tem mais de 9 cabeças de gado.
Também sabe, porque no Laranjal ecoam gritos estridentes, que a matança de porcos não se faz apenas uma ou duas vezes.
Aos ouvidos da vizinhança até chegam gritos madrugadores, dizem que por causa de um tratador que teima em levantar-se antes das 5 da manhã para cuidar do bichos.
Ninguém está fora da lei! Caso contrário, o Estepilha não tem dúvidas que as autoridades já teriam a(u)tuado. Quer as Atividades Económicas, a GNR, a fiscalização municipal, as competentes autoridades veterinária, sanitária, ambiental, etcetra e tal.
“É só inveja!”, como reza a canção?!
O Estepilha deixa a resposta para as autoridades competentes, na certeza que não confunde a árvore com a floresta. Ou seja, não confunde o meritório serviço prestado pela instituição com questões de lana… suína!
Febras, banha de porco, presuntos, torresmos? O Estepilha é muçulmano e, sendo o porco um animal imundo, abstém-se.
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