MPT-Madeira alerta para discriminação na aplicação de portaria que prevê pagamento de subsídio de turno aos polícias florestais

Foto: madeira.gov

O MPT-Madeira veio referir hoje que teve conhecimento da existência, no seio da Guarda Florestal da Madeira, de discriminação interna na aplicação da lei. Esta discriminação, afirma, surge no cumprimento de uma promessa feita em Julho deste ano pelo Governo Regional da Madeira na presença do presidente do Instituto das Florestas e Conservação da Natureza, relacionada com uma portaria que prevê o pagamento de um subsídio de turno aos polícias florestais.

“O Partido da Terra sabe que a aplicação desta portaria não está a ser aplicada a todos os polícias florestais e com isto começa a adensar um clima de mal-estar dentro da corporação de Guardas Florestais”, refere um comunicado.

Após o conhecimento da situação na má aplicação da portaria, o partido vem por este meio, solicitar às entidades que tutelam a Guarda Florestal na Madeira que apliquem a portaria sem discriminar ninguém, para que todos possam usufruir legitimamente dos direitos estabelecidos e regulamentados.

Para o Partido da Terra, os Guardas Florestais desempenham um papel importante na preservação ambiental, “especialmente numa altura mais crítica em que as nossas serras estão a ficar desertificadas devido aos vários incêndios que ocorreram na última década. Por isso torna-se necessário tratar bem dos recursos humanos, nomeadamente, a Guarda Florestal, em vez de os discriminar, sem que estes percebam o porquê dessa atitude discriminatória”, concluem os responsáveis deste partido.