‘Nós Cidadãos’ questiona o “abandono” das obras na Ponte de São Paulo

Foto Nós Cidadãos.

O partido “Nós Cidadãos” emitiu hoje um comunicado onde questiona o Secretário Regional dos Assuntos Parlamentares e Europeus (SRAPE), Sérgio Marques, sobre “o abandono e “desleixo/despreocupação” da sua Secretaria Regional relativamente às obras que estão paralisadas (ou suspensas) há mais de 4 meses, na Ponte de São Paulo, na Ribeira de São João (Funchal).

Segundo o partido, esta atitude contrasta com outra muito recente, quando o governo regional –através da SRAPE, propagandeou que processou a Câmara Municipal do Funchal (CMF), pois o executivo autárquico havia embargado “ilegalmente”, de há quatro meses para cá (mais concretamente, a 9 de maio), as obras da SRAPE na Ponte Nova, na Ribeira de Santa Luzia.

“A situação atual que todos presenciamos no dia-a-dia, que em nada acredita as boas intenções do governante, sobretudo com a intervenção que ocorreu nos últimos 15 meses na Ribeira de São João, não atestam qualquer interesse em terminar o que foi iniciado naquela infraestrutura e que é da responsabilidade da SRAPE”, revela.

“Não estando as obras da Ponte de São Paulo sujeitas a embargo camarário, Nós, Cidadãos! perguntamos ao responsável governativo que as tutela pela razão/motivo da paragem e abandono da intervenção que ali ocorreu durante a empreitada na ribeira de São João – e que aparentemente já terminou – e pelos sujeitos/entidades “incrimináveis” em caso de acidente/ocorrência com um qualquer cidadão que utilize aquela infraestrutura, pois o estado em que a ponte se encontra constitui não só uma “mancha” numa zona nobre da cidade, como põe em risco a segurança dos peões que todos os dias a utilizam”, revela.

Para o partido, “a cada dia que passa e a situação se mantém, a estrutura da ponte de São Paulo vai-se deteriorando na medida em que os seus materiais sofrem agora uma erosão mais avançada por parte dos elementos da natureza, e se o inverno deste ano for deveras rigoroso, estará o Secretária Regional dos Assuntos Parlamentares e Europeus, e o seu gabinete técnico, em condições de garantir aos cidadãos que ela não poderá inclusive ruir?”, pergunta.

“Afinal, quem preserva efetivamente este património de valor histórico da cidade e da região?”, remata.