JPP sublinha que com a Câmara de Santa Cruz em falência, conseguiu fazer “o que o PSD nunca fez em décadas”

A candidatura do JPP apresentou hoje no Caniço mais um investimento da Câmara de Santa Cruz naquela freguesia, nomeadamente o asfaltamento da Estrada João Gonçalves Zarco.

Filipe Sousa lembrou que todos os investimento em curso são resultado do trabalho de recuperação financeira realizado nos últimos três anos. Daí que faça questão de lembrar que estes mesmos investimentos nunca antes foram feitos, nem mesmo em tempo de eleições por aqueles que agora apontam o dedo.

“Aqueles que  agora nos criticam são os mesmos que ignoraram, durante décadas, o social, o investimento nas acessibilidades, os apoios aos estudantes, os apoios aos agregados carenciados. Tudo isto fomos nós que conseguimos, com todas as dificuldades, com todas as penhoras a mando do PSD”, assegurou.

A propósito, fez questão de recordar que até quando o Governo da República era do PSD, queria obrigar o Município a devolver os 13 milhões do PAEL pelo facto da gestão do JPP se ter recusado a aumentar impostos e, dessa forma, obrigado o povo de Santa Cruz “a pagar as loucuras do PSD”, afirmou.

Apelou, por isso, ao povo de Santa Cruz para não se deixar enganar pelos falsos profetas, porque o trabalho sério que foi feito pelo JPP está à vista de todos, garantiu.

Filipe Sousa adiantou, ainda, que se merecer novo voto de confiança por parte da população, tem outros projectos para o Caniço. Desde logo, os investimentos que ainda faltam ao nível de acessibilidades, dando os exemplos da Estrada das Eiras, Estrada do Serralhal, Estrada dos Moinhos. Há ainda a construção da segunda fase do cemitério e uma ideia já apresentada ao Governo Regional, em 2016, que é a criação de uma nova cintura interna entre a Cancela e a Tendeira de Baixo passando pela  Assomada, com a criação de uma ciclovia.

“Nós recebemos a câmara com fundos disponíveis negativos em mais de 14 milhões de euros. Nós temos hoje uma câmara com um saldo positivo superior a 6, 6 milhões de euros”, realçou, salientando estar convicto de que esta forma de gerir a coisa pública vai merecer novo voto de confiança do povo.

“Ao contrário de uns que dizem que já ganharam, nós temos a humildade de dizer que queremos ganhar. Se fomos capazes de trabalhar com penhoras, com execuções com saldos negativos de mais de 14 milhões, imaginem agora com saldo positivo o que seremos capazes de fazer”, desafiou.