
De acordo com o historiador Manuel Ferreira Pio, numa edição da própria Câmara Municipal do Funchal, de 1965, intitulada “O Monte: santuário votivo da Madeira” (páginas 75 a 80) a propriedade de onde se desprenderam os galhos de árvores assassinos são propriedade do Município do Funchal.
A autarquia funchalense terá adquirido os terrenos em dois momentos: um em 1894 e outro em 1956.
Ganha assim força a tese do pároco do Monte, Pe. Giselo, que assegurou esta tarde que o terreno não é paroquial nem da Diocese mas camarário.
A Junta de Freguesia do Monte, em 1992, republicou “O Monte: santuário votivo da Madeira: retalhos históricos”.
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