Mais um padre para a Diocese do Funchal

Diácono Carlos Ismael Almada. Foto in Diocese do Funchal.

*Sílvio Mendes

Com a ordenação do presbítero Carlos Ismael Almada, que decorrerá na missa celebrada às 10 horas, na Sé do Funchal, no sábado, 5 de Agosto, presidida por D. António Carrilho, a Diocese do Funchal passa a ter 74 padres.
Cinquenta são párocos e sete deles residem fora desta Diocese: 3 em Lisboa: Pe. António Vidal; Pe Agostinho Jardim Gonçalves e Pe. José Tolentino Mendonça.
Um no Porto: Pe. Miguel António Pinto; um  em Paris, Pe. José Anastácio Alves; um em Londres, Pe. Marcos Pinto e um em Sydney (Austrália), Pe. José da Silva Bairos.
A residir na Madeira, mas integrado na Diocese de Oakland – Califórnia, está o Pe. Bernardino Andrade.
Pertencentes às diversas Congregações religiosas há na Madeira 27 padres: 14 da Congregação dos Sacerdotes do Coração de Jesus, 4 Salesianos, 4 Carmelitas, 2 Vicentinos e 2 Franciscanos e 1 da Ordem de São João de Deus.
O futuro Padre Carlos Ismael, natural da paróquia do Campanário, em testemunho publicado no sítio da Diocese do Funchal: http://www.diocesedofunchal.com refere:

«Carlos, apascenta as minhas ovelhas!
Esta exclamação de Jesus, originalmente não era dirigida a mim, mas hoje posso transpô-la para a minha vida, como se para mim ela se tratasse.
Depois de dizer ao Senhor que o queria seguir, e concretamente, consagrar-me a Ele, agora pede-me que apascente as suas ovelhas. Estes dez anos enquanto~discípulo atrás do mestre, foram anos de aprendizagem do que é ter um coração semelhante ao de Jesus. Estou consciente de que ainda não o tenho. Ainda tenho muito que aprender.
Assim como a mim, Jesus continua a chamar jovens para a sua messe. Ele quer jovens disponíveis para a esta grande missão: batizar, anunciar a palavra, consagrar o pão, abençoar, perdoar, e levantar os caídos. Ele continua a chamar, mas muitos não escutam, outros, têm medo de responder. Eu também tive, mas o Senhor conduziu-me por bons caminhos!
Entrei no Seminário tinha 15 anos, nesta altura não sabia se Deus queria que eu fosse padre. Mas quando decidi entrar, lembro-me que tinha muita vontade em estar naquela casa, no Seminário Diocesano do Funchal. Lá descobri a oração, uma vida com Jesus, que aos poucos foi pondo ordem na minha vida. Ao deixar-me disponível para perceber se a minha vontade coincidia com a vontade de Jesus, experimentei que a minha vida seria mais vida, quando gasta no que realmente interessa. Assim, renovo agora o meu SIM ao Senhor, deixando a certeza de que quero ser presença de Jesus para todos aqueles que me rodearem! Quando Jesus entra na nossa vida, e isto só acontece se nós deixarmos, Ele transforma-nos!»