Reencaminhamento de passageiros afetados pelo cancelamento de voos com longa espera

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Fila cada vez mais longa para o balcão da groundforce.

Começa a ficar cada vez mais difícil a situação no Aeroporto internacional da Madeira devido ao cancelamento dos primeiros voos da manhã.

A fila para o balcão da groundforce, para onde são encaminhados os passageiros afetados por estes cancelamentos, é cada vez maior e a impaciência instala-se naturalmente, até porque se trata de um processo moroso, além de que, nestas situações, não existem recursos de emergência que possam, de algum modo, minorar os transtornos que a situação provoca.

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A espera começa a desesperar os passageiros

Pessoas que vão de férias, outras que acabam, voos de ligação que serão perdidos, passageiros que regressaram ao trabalho pela manhã, há de tudo um pouco.

Neste momento, os passageiros, já nas largas centenas entre nacionais e estrangeiros, estão a cumprir com as indicações, mas muitos começam a esboçar já algumas críticas, primeiro ao facto de não ter havido indicação sobre o cancelamento, depois porque as informações maus detalhadas são escassas. Depois ainda, e o que é mais relevante, a fila para o balcão de apoio ao passageiro parece que não anda, queixar-se alguns passageiros.

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O cancelamento dos três voos da manhã, da TAP, provocou congestionamento no aeroporto.

Uma das pessoas que está na fila já viveu idêntica situação ontem, o que não surpreende dado que o aeroporto tem estado condicionado nos últimos dias.

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Algumas outras companhias já abriram o check-in.

Ao lado, num recanto, um grupo de turistas aproveita para por o sono em dia, certamente que a espera foi e será longa, pelo que a opção foi retemperar forças.

De registar que, segundo informações dos painéis do aeroporto, o voo da TUI, com partida para Frankfurt, às 8.55, tem o check-in aberto, o que pressupõe que possa vir a realizar-se. O voo easyJet para o Porto, com saída prevista para as 9 horas vai abrir o check-in normalmente, mas não se sabe qualquer outra informação.

Tanto os ventos como o facto de, por via das condições atmosféricas, não terem aterrado ontem os aviões que fariam as primeiras viagens da TAP para hoje, dificultaram a situação da transportadora aérea nacional.