PSD quer criar associação para representar comerciantes no Porto Santo

A candidatura do PSD/Porto Santo às autárquicas vai realizar uma série de iniciativas, todas as sextas-feiras, para abordar várias áreas temáticas de vital interesse para o Porto Santo. A primeira área em destaque foi o comércio. Hoje os social-democratas efectuaram uma ronda, com início na cidade, percorrendo diversos bares e restaurantes do Porto Santo, com o intuito de abordar os comerciantes e auscultar as suas dificuldades, ouvir propostas de melhoria e contributos que possam servir o manifesto eleitoral da candidatura do PSD. Idalino Vasconcelos, Joselina Melim e os membros da sua candidatura aos três órgãos autárquicos, realizaram essa ronda e apontam algumas ideias chave.

Conforme explanado em comunicado aos órgãos de comunicação social, o Porto Santo não tem, actualmente, uma associação que represente os comerciantes portosantenses. “Não sabemos até hoje quais foram os verdadeiros motivos que levaram ao encerramento da ACIPS. Para sabermos a realidade, só uma investigação judicial o pode saber”, refere o PSD.

“O actual presidente da CMPS, do Partido Socialista, durante o seu mandato, não teve nenhuma iniciativa em prol do associativismo comercial e temos assistido a uma total inacção, ignorando os comerciantes. O PSD acha que não se pode perder mais tempo”, prossegue.

Os social-democratas garantem que os comerciantes destacaram a importância do subsídio de mobilidade criado pelo Governo Regional como uma mais-valia para o incremento da economia no Porto Santo.

“Numa Câmara liderada pelo PSD, as preocupações dos comerciantes serão tidas em consideração”, promete esta candidatura, que também diz querer criar uma associação comercial e industrial. “O bem-estar dos comerciantes está no topo das nossas prioridades”, dizem.

Para o PSD, não faz qualquer sentido ser a ACIF a representar os interesses dos porto-santenses. A candidatura às eleições autárquicas quer “um Porto Santo de verdade porque não precisamos de uma ilha parada no tempo e porque já chega de falhanços em políticas importantes para a nossa terra”.