A Comissão Europeia (CE) acaba de lançar a avaliação sobre as iniciativas apresentadas pelos eurodeputados para a criação de programas e linhas de financiamento próprio.
O projecto-piloto apresentado pela deputada do PSD, Cláudia Monteiro de Aguiar que incidiu na criação de um Manual de Boas Prácticas para o Turismo de Cruzeiros recebeu a nota A, a mais alta atribuição, numa escala de A a D.
A deputada efectiva na Comissão dos Transportes e Turismo congratula-se com esta aprovação salientado que “este projecto reveste-se da maior importância para o segmento dos cruzeiros.
Em Portugal e um pouco por toda a Europa o Turismo de Cruzeiros apresenta números bastante significativos e com impacto directo nas economias de vários Estados-Membros.
Com o novo terminal em Lisboa, o recém-renovado Porto de Leixões, o Porto de Portimão, os Portos do Funchal e dos Açores espera-se um aumento exponencial de turistas de cruzeiros no nosso País, precisamos que este crescimento seja sustentado.”
Aquilo que a Deputada espera deste projecto é que “ através da partilha das melhores práticas, de melhores regras e normas, com exemplos de outros Países, onde este segmento está já consolidado, se reduzam os impactos negativos dos cruzeiros e se optimizem benefícios, para os portos, para as cidades, para os residentes e para os turistas.”
A Deputada sublinha ainda que “para um segmento do Turismo com impacto significativo o objectivo desta iniciativa é incentivar também o diálogo, a cooperação, adaptação das melhores práticas através dos diferentes intervenientes, desde as autoridades portuárias, entidades municipais, as empresas de animação turística, os residentes e, obviamente, as empresas de cruzeiros. É a maior das lacunas: a falha no diálogo e cooperação.”
O Manual de Boas Práticas para os Cruzeiros tem uma linha orçamental de EUR 750 000 e terá que passar ainda pela aprovação, na especialidade, na Comissão dos Orçamentos, passando em Outubro, pela Plenária em Estrasburgo.
Cláudia Monteiro de Aguiar conta já com 2 projectos aprovados, que criaram linhas de financiamento próprio: Cidades Portuárias Inteligentes, parte de uma linha de financiamento do Horizonte2020, “Portos do Futuro” e a criação de um Curriculum Comum para os capitães da embarcações comerciais de recreio, ainda em fase de implementação.
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