
Oliveira e Costa, fundador do grupo SLN/BPN, foi hoje condenado a 14 anos de prisão depois do tribunal ter considerado como provados os crimes de falsificação de documentos, fraude fiscal qualificada, burla qualificada e branqueamento de capitais, no âmbito do processo BPN, que levou seis anos a ser julgado.
O juiz Luís Ribeiro considerou esta a maior burla “da história da Justiça portuguesa julgada até ao momento”.
Três outros arguidos – Luís Caprichoso, Francisco Sanchez e José Vaz Mascarenhas – foram igualmente condenados a penas efetivas, tal como Oliveira e Costa.
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