A juíza de instrução criminal da comarca da Madeira decidiu não pronunciar os arguidos no âmbito do processo de alegada ocultação da dívida da Madeira que ficou conhecido por “Cuba Livre”.
O processo tinha sido arquivado pelo Ministério Público (MP) mas os assistentes abriram instrução na esperança da juíza de instrução mandar o caso para julgamento.
Contudo, a magistrada manteve o despacho de arquivamento não pronunciando nenhum dos arguidos, eles o ex-presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim.
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