A JSD-Madeira emitiu um comunicado no qual diz não aceitar que o primeiro-minstro António Costa “menospreze a escola pública”. Refere a estrutura partidária de juventude que Costa disse, no passado dia 2 de Maio, que a atribuição do nome de Maria Barroso a uma nova escola básica em Lisboa traduz o objectivo de promover uma escola pública de qualidade, equiparando-a aos melhores colégios privados.
“Como se não bastasse, o primeiro ministro afirmou “(…) que queremos para qualquer escola pública que tenha no mínimo a mesma qualidade dos melhores colégios privados que existem em Portugal. Só assim haverá efectiva igualdade de oportunidades”, citam.
Ora, diz a JSD, se na sua mensagem de Natal do ano transacto e noutras situações, Costa atestou que “a escola pública é a garantia universal de uma educação de qualidade” ou que “para termos uma cidadania exigente e informada, para termos melhores empregos, empresas mais produtivas e uma economia mais competitiva, temos de investir na cultura e na ciência, na educação e na formação ao longo da vida”, porque continua a querer equiparar a escola pública e a escola privada?
“Recordemo-nos, neste âmbito, que, em Dezembro de 2016, Costa atestou, inclusive, que “o essencial é saber quais são as escolas que permitem” às crianças progredirem mais e não tecer comparações”. Então, em que ficamos? Se é preciso investir na educação e formação ao longo da vida, porque é que o Governo da República não enaltece a escola pública, os seus professores, os seus alunos, toda a comunidade não docente que, em conjunto, tentam fazer o melhor, mesmo, muitas vezes, com parcas condições?”, pergunta a JSD, para a qual “não basta investir fundos europeus em escolas, se, depois, a conduta e as palavras do Primeiro Ministro revelam um admiração maior pela escola privada”.
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