Espaços verdes chegam às obras do Savoy

Foto Rui Marote

* Com Rui Marote

Quase ano e meio de construção e a estrutura do novo Savoy Palace vai ficando cada vez mais perto da sua volumetria final. Em meados de junho, os técnicos preveem ter a zona do lado nascente concluída. Para já, o verde começa a tomar conta do espaço e inicia-se a construção dos apartamentos modelo.

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Mais de duzentos trabalhadores, entre operários e técnicos especializados, continuam a avançar nas intervenções daquela que será uma das mais inovadoras unidades hoteleira do país e que tem registado recordes ao nível da engenharia e arquitetura na madeira. As diferenças entre o “ontem” e o “hoje” são significativas, sobretudo se atendermos às dimensões e às especificidades que uma estrutura deste tipo comporta.

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À medida que o calendário avança, os trabalhos tornam-se de maior pormenor técnico, tanto nos edifícios que compõem o complexo como nas áreas ajardinadas, que serão muitas e projetadas para surpreender.

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O FN esteve uma vez mais no local e constatou que a componente paisagística será em grande escala, na mesma proporção que o edifício que ocupa agora todo o quarteirão na Avenida do Infante, entre a Imperatriz Dona Amélia e a Rua do Favilla.

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Árvores de grande porte, sobretudo palmeiras, enquadram os primeiros vislumbres do que serão os jardins do futuro hotel que ostentará a marca do Grupo AFA. No solário, continuam igualmente os arranjos exteriores e os remates nas floreiras.

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Composto por um edifício principal ligado a zonas de restauração e comerciais, praças, jardins e áreas de lazer e entretenimento, o projeto Savoy Palace integra um conceito de resort citadino, marcando definitivamente o perfil daquela zona nobre do Funchal.

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Haverá duas praças interiores, acessíveis a partir dos arruamentos públicos, um Boulevard comercial, restaurantes e jardins recuperados, uma sala de congressos com capacidade para mil pessoas e uma piscina de dimensões inéditas.

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A quantidade de materiais e as técnicas utilizadas, algumas próprias de viadutos e pontes, atestam o forte investimento na inovação.

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O hotel, propriamente dito, é a peça central, estando previsto acomodar mais 400 camas turísticas a partir do verão do próximo ano.

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Um edifício imponente que em certa zonas chegará aos 16 pisos. Neste momento, os trabalhos chegam à fase final, faltam apenas dois andares no lado nascente, o de maior impacto em área construída.

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Tudo aponta para que, em meados de junho, esta fase esteja concluída. Ou seja, o hotel atingirá a volumetria final.

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Por enquanto, decorrem os acabamento nas fachadas contíguas às ruas do Favilla e Imperatriz Dona Amélia, assim como continuam o assentamento de alvenarias um pouco por todo o edifício.

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No lado poente, começou a construção dos apartamentos modelo, prevendo-se no âmbito desta fase a demolição do velhinho Santa Isabel até ao final deste mês.