Madeira com alto índice de prevaricadores em cargos políticos (8 casos novos em 2016)

Os dados do Relatório de Segurança Interna (RASI 2016) indicam que, no que toca a prevaricação de titulares de cargos políticos, o maior número de inquéritos iniciados teve lugar na comarca da Madeira.

Foram 8 casos face aos 7 de Braga e de Évora e Faro com 5 casos cada. E também no que toca a inquéritos findos desta natureza, a Madeira liderou com 5 casos, os mesmos do Distrito de Évora.

Em 2016 foi deduzida uma acusação na Madeira por prevaricação de titulares de cargos políticos.

No que toca ao crime de incêndio/fogo posto em Floresta, Mata ou Arvoredo, embora as consequências tenham sido mais devastadoras, em 2016, na Madeira, este tipo de crime até diminuiu: Foram 62 casso em 2016 contra os 87 registados em 2015.

No que toca a ocorrências em contexto escolar, a Madeira está no meio da tabela das regiões do país, com 134 casos registados.

O RASI dá ainda conta que, em 2016, foram expulsos da Região (deportados), 7 indivíduos.

No que se refere à segurança do espaço marítimo, o RASI 2016 dá conta que “foi acionado um posto da Polícia Marítima nas ilhas Selvagens, no arquipélago da Madeira, tendo em vista a garantia da soberania nacional, a prevenção e repressão da criminalidade transnacional organizada e de crimes ambientais e a proteção dos recursos naturais”.

Também há dados sobre o movimento nos portos da Região tendo-se registado em 2016, no Funchal, 920 escalas de navios mercantes (287 delas de cruzeiros) e 28 escalas de navios militares.

No Porto Santo escalaram 377 navios mercantes (entre eles 3 cruzeiros) e 12 navios militares.

O RASI dá ainda conta da realização, em 2016, na Região, de exercícios militares como o ‘Zarco 161’, ‘Lusitano 16’, ‘Frontex’ e da 2.ª conferência de segurança e defesa realizada em Câmara de Lobos.