O PPM-Madeira veio hoje criticar o encerramento do balcão da CGD no Porto Moniz, considerando-o mais um testemunho que as empresas públicas neste regime republicano pouco funcionam. O dirigente João Noronha lamenta que um banco supostamente público encerre um de outros possíveis balcões na região, precisamente num dos concelhos da Madeira mais isolados e com um grande número de idosos.
Grande parte deles, sublinha, precisa da CGD para receber as suas pensões e não só. “Justificam ser necessários cortes, mas os gestores do banco continuam com remunerações altíssimas pagas pelo contribuinte. Trata-se de um serviço público que cada vez mais é considerado como tal apenas pelo nome, semelhante a outros casos também relacionados como de utilidade pública. Temos uma saúde decadente e sem querer dar mostras de prosperar, com espaços degradados, falta de medicamentos, médicos de família e enfermeiros que devido a más condições laborais emigram. Escolas longe das reais necessidades da população, com uma taxa de sucesso muito reduzida, ainda com uma alta taxa de abandono e com escolas a necessitarem de conservação e manutenção dos edifícios. Uma transportadora área que no caso da região, mas não só, ao contrário de estar ao lado da população portuguesa, é o que está à vista de todos com as suas tarifas excessivas, entre tantos outros casos que poderiam ser enunciados”, acusa.
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