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Os noticiários da manhã estão a referir um raide da polícia britânica em Birmingham, com buscas e várias detenções, falam em pelo menos três, no âmbito das investigações levadas a efeito na sequência do atentado levado a efeito, ontem, junto ao parlamento, com um homem a ser abatido pela polícia depois de esfaquear mortalmente um polícia e de ter atropelado várias pessoas na ponte de Westminstor.
O número de mortos subiu entretanto para 5 e a polícia anunciou a existência de 40 feridos, num último balanço ao trágico acontecimento.
Recorde-se que o homem, ao que se sabe já referenciado pela polícia, avançou com o carro pelos passeios da ponte, atropelou várias pessoas, entre elas um português, que já está livre de perigo, e estudantes franceses, dois deles em estado grave, e seguiu depois o seu percurso de morte em direção ao parlamento.
Antes de embater com o carro na vedação, como o Funchal Notícias deu a conhecer em notícia anterior, todos os momentos que antecederam o ataque final foram seguidos pelo madeirense Miguel Silva, que vive em Londres e trabalha num serviço de entregas. Inicialmente, pensou tratar-se de um carro descontrolado, mas depois viu a tragédia, ouviu tiros e acelerou o carro, em pânico, com o que estava a ocorrer.
A polícia fechou de imediato a zona do parlamento e as zonas próximas, como forma de segurança e a ponte foi também encerrada para melhor assistência dos feridos e por razões de segurança.
As detenções ocorrem um dia depois dos acontecimentos, levando a crer que, ao contrário do que foram as primeiras impressões sobre atuação isolada do indivíduo, pode não ser bem assim.
Dirigentes de todo o mundo condenaram o atentado, entre eles Marcelo Rebelo de Sousa e António Costa, presidente e primeiro-ministro português.
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