
Um comunicado emitido pela TAP dá conta de que, em 2016, a companhia portuguesa regressou aos lucros, justificando esses novos dados com a redução substancial dos custos operacionais, uma vez que ao nível das receitas revela ter havido uma quebra.
Segundo a transportada, o resultado líquido positivo de 34 milhões, no ano passado, foi possível apesar dessa quebra de receitas, “que totalizaram 2.242 milhões de euros, 156 Milhões abaixo dos 2.398 milhões registados em 2015”. Essa redução foi, no entanto, “fortemente compensada por uma redução ainda mais expressiva dos custos operacionais, que ficaram pelos 2.042 milhões, menos 227 milhões que em 2015″.
Foi também em 2016 que a TAP lançou a sua nova estrutura tarifária, com preços e oferta de produtos muito competitivos e desenhados à medida do Cliente, o que permitiu à Companhia recuperar a sua quota de mercado.
Números revelados no mesmo comunicado revelam que ” a TAP transportou em 2016 um número recorde de passageiros, 11,7 milhões, mais 400 mil que em 2015. Isto, num ano em que a Companhia reduziu em 3 por cento a sua oferta de lugares”.
A mesma informação refere ainda que “a capitalização realizada pelos novos acionistas permitiu que o ano passado fosse também marcado por fortes investimentos na Companhia, dos quais se destacam a criação da TAP Express e a renovação total da frota regional, que passou de uma das mais antigas da Europa para a mais jovem a operar no continente europeu, o arranque da Ponte Aérea entre Lisboa e o Porto, o início da renovação dos interiores da frota Airbus, o lançamento de programas como o Portugal Stopover, NPS – Net Promoter Score e “Ouvir o Cliente” ou a revolução na relação digital com o Cliente, sublinhando-se especialmente neste campo o novowebsite da companhia.”.
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