Coreografias treinadas nas últimas semanas. Músicas de ritmos brasileiros. Trajes confeccionados por pacientes costureiras. É assim o carnaval madeirense.
Turistas inseridos nas trupes, como foi o caso de hóspedes do grupo Savoy, na Geringonça.
O professor Tibúrcio, do alto do carro alegórico de ‘Os Cariocas’ a atirar rebuçados para a assistência.
Uma ocupação hoteleira a rondar os 81%.
O Carnaval, na Madeira, sempre foi vivido com grande entusiasmo desde tempos imemoriais.
Saiu dos salões dos bailes privados e veio para a rua. Primeiro para a Rua da Carreira e, desde a década de 80, para a avenida marginal do Funchal.
Hoje é um dos principais cartazes turísticos da ilha.
Notáveis e cidadãos comuns não deixam de ‘sambar’ à medida que os foliões vão desfilando.
Lá no meio do cortejo, nem a gravidez é impeditiva para participar.
Nas bancadas o presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque assiste com a família.
O seu antecessor, Alberto João Jardim, este ano não entrou na Turma do Funil.
Na próxima terça-feira é a vez do cortejo trapalhão sair às ruas com as suas críticas acutilantes sobre a atualidade regional, nacional e internacional.
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