
Ao fim de doze meses, o novo Hotel Savoy Palace tem 30 por cento da obra concluída. Os trabalhos reiniciaram a 4 de janeiro, após a pausa de Natal. Nestas primeiras semanas de 2017, a intervenção já mudou parcialmente o perfil da Avenida do Infante.
As equipas voltaram ao terreno e o estaleiro trabalha a todo o vapor para que a nova unidade hoteleira de luxo esteja concluída dentro do prazo previsto: meados do próximo ano.

O FN volta a atualizar imagens e dados daquela que é já considerada a obra mais inovadora, em matéria de engenharia civil, deste século, na Madeira.

Neste momento, cerca de 30 operários especialistas em alvenaria encontram-se a trabalhar no interior da estrutura, dando forma às divisórias em toda a extensão do gigantesco edifício.

No exterior, decorrem igualmente intervenções significativas nas áreas afetas aos jardins, com a transplantação de espécies e impermeabilização de floreiras. A arborização dos espaços circundantes é pedra de toque no projeto paisagístico do hotel, procurando contornar uma das questões mais polémicas: o impacto na fisionomia da zona.

Sabe-se ainda que, lá para abril, os apartamentos modelo estarão concluídos, na parte a poente, junto à Praça do Turista.

Prevê-se, no final deste ano, a conclusão daquilo que se designa por “engalgamento” – ou esqueleto -, atingindo o hotel então a plenitude, em termos de estrutura.

Decorrido o primeiro ano de construção do Hotel Savoy Palace, sob a chancela do Grupo AFA, o balanço é impressionante. Uma grande parte da estrutura está finalizada e iniciaram-se os acabamentos das zonas técnicas e nas zonas contíguas aos arruamentos periféricos.

A estrutura está concluída nas seguintes áreas:
- zona pública do lobby central;
- zona dos restaurantes e bares;
- grande sala polivalente, com capacidade para mil pessoas;
- primeiros pisos de quartos;
- solário com as piscinas exteriores, floreiras e zonas de lazer;
- piscinas interiores, SPA, ginásios, kids club, instalações sanitárias dos clientes;
- reservatórios de água, zonas técnicas e de manutenção;
- cais de descarga, armazéns e logística;
- escritórios, balneários e instalações sanitárias dos funcionários;
- parqueamentos de viaturas (clientes, público e funcionários);
- zonas comerciais na envolvente das ruas do Favilla e da Imperatriz Dona Amélia.

Encontram-se atualmente a laborar na construção do hotel cerca de 290 operários.
Descubra mais sobre Funchal Notícias
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.





