Cafôfo anuncia protocolo com os bombeiros sapadores de Lisboa para formar madeirenses

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Na sequência da reunião de Câmara hoje realizada, o edil funchalense, Paulo Cafôfo, destacou um protocolo assinado entre a CMF e a Câmara Municipal de Lisboa, no que diz respeito às corporações de bombeiros de ambas as cidades. O presidente da Câmara refere os bombeiros municipais do Funchal não registam entrada de novos elementos há mais de 15 anos, havendo necessidade de renovação, uma vez que alguns destes profissionais vão-se reformando e outros vão avançando em idade. O protocolo em questão será assinado para dar formação a novos 24 bombeiros que ingressarão na corporação dos bombeiros do Funchal.

“Os bombeiros sapadores de Lisboa são daqueles que mais credibilidade e experiência têm”, salientou Paulo Cafôfo, “a nível da Protecção Civil, inclusive”. Assim, os bombeiros madeirenses terão formação na capital portuguesa.

Na reunião da CMF foi ainda deliberada a abertura de concurso para uma empreitada de pavimentação das principais estradas e ruas do Funchal que estão em pior estado: “São 700 mil euros que vão ser investidos, principalmente nas zonas altas do Funchal (…) em Santo António e São Roque, mas também zonas da parte mais central do Funchal, como a Estrada Monumental, que será completamente asfaltada desde o Lido à ponte do Ribeiro Seco”, disse o edil.

Paulo Cafôfo disse que isto não é algo que a edilidade esteja a fazer somente agora: “No ano passado investimos 600 mil euros em novos pavimentos”.

Na reunião foi ainda deliberado um parecer prévio para uma prestação de serviços, com uma associação chamada ‘Conversa Amiga’, e que “irá intervir junto dos denominados sem abrigo”.

Paulo Cafôfo reconheceu que este “é um problema que a cidade tem”, e disse que a CMF já contactou com o Governo Regional e com a Segurança Social, que tem competências nesta matéria, “mas não podemos ficar de braços cruzados com um problema que é da nossa cidade e dos nossos munícipes”.

“Com esta prestação de serviços serão colocados na cidade cacifos onde os sem abrigo poderão colocar os seus pertences”, referiu. Os sem abrigo serão acompanhados por técnicos, assistentes sociais e psicólogos, que tentarão reabilitá-los, referiu. O trabalho começa já no próximo mês, procurando promover “uma reintegração social”.


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