Nós, Cidadãos! apela a cidadania mais activa em 2017

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O partido Nós, Cidadãos! emitiu uma nota de imprensa apelando a uma cidadania mais activa em 2017. Recordando que surgiu oficialmente em Junho de 2015 para pedir mais
participação na coisa pública, mais cidadania, o partido refere que criou a sua “marca política” nas eleições legislativas de Outubro de 2015, “contribuindo para o enfraquecimento da coligação de centro-direita (PSD e CDS-PP) que permitiu à Troika ditar os destinos de Portugal”.
Em finais de 2015, recorda o partido, Portugal assistiu à subida ao poder da coligação de esquerda. Houve mudança positiva de governantes, de estilo político e de objectivos pontuais, admite, mas não houve mudança de governação nem de hábitos do estado, nem surgiu uma estratégia de comunidade, acusa.

“Portugal tem que ser para todos! É inaceitável vermos crescer as fileiras de
desempregados, precários e imigrantes; é intolerável vermos as filas de doentes, excluídos
e sem abrigo enquanto os responsáveis que mergulharam o país na miséria continuam a
exibir-se nos órgãos de informação como os salvadores do país”, critica.

No entendimento do Nós, Cidadãos!,  Portugal, para ser comunidade, não pode deixar ninguém para trás. “Temos uma das maiores dívidas públicas da Europa; endividamento das famílias; dos mais altos juros da Europa para as pequenas e médias empresas; o desemprego ataca sobretudo a geração mais qualificada de sempre – a juventude – educada com o sacrifício de muitas famílias e que se vê novamente obrigada a emigrar”, alerta.

Em 2017, e em particular nas eleições autárquicas, “é a hora de alertar para a mudança
no Estado capturado pelos grandes partidos nacionais e regionais. Os Portugueses têm de
mandar embora os responsáveis do descalabro, exigindo-lhes antes que prestem contas da
má governação”, exorta esta força política.

“Que 2017 seja o ano da efetiva mudança cidadã! Temos sonhos para cumprir, projetos para
realizar e muito para aprender. Contamos com a ajuda e colaboração de todos para cumprir
a promessa de um Portugal e de uma Região Autónoma da Madeira mais justa, mais livre e
mais solidária”, conclui.


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