Jardim comenta mudanças no governo, elogiando uns e ironizando com certas promoções

alberto-joao-jardim-10O ex-presidente do Governo Regional vem hoje a público, em artigo de opinião, comentar as últimas mudanças no executivo do seu sucessor, Miguel Albuquerque. Para Jardim, este é um ciclo de “instabilidade da titularidade de cargos públicos”, servida por uma “estratégia de divisionismo irresponsável”.
“Creio que só as qualidades humanas, o sentido de Dever e a sua indesmentível competência profissional, trazem o Dr. Pedro Ramos a se embrulhar nesta instabilidade da titularidade de cargos públicos.
Faço votos para que no próximo Natal ainda se mantenha no cargo, apesar da média de dez meses em funções para cada Secretário da Saúde deste Governo.
É com pena que vejo partir Maria João Monte, Alexandra Mendonça, Paula Cabaço, Rui Silva e Luís Nery, e respectivas equipas, a quem expresso o meu reconhecimento pelos Altos Serviços e pela categoria profissional com que servem o Povo Madeirense, bem como pelo que me ajudaram na vida pública.
Na estratégia de divisionismo irresponsável, mas intencional, é “pecado” ter trabalhado e valorizado a Madeira no período “jardinista”… de que Outros procuram disfarçar e esquecer terem sido figuras de proa.
Considero positivas as escolhas do Engenheiro Manuel Filipe e da Dra. Lígia Correia.
Os restante nomes, alguns não os conheço, mas a todos desejo o melhor para a Região Autónoma.
Registo ser preciso ir buscar aos Açores alguém para a Protecção Civil – cargo que exige um conhecimento pormenorizado do território madeirense, bem como da evolução regional nas últimas décadas – e trazer da “Bacalhoa” de José Berardo um jóvem “manager” em exportações desses vinhos, para os promissores, mas vulneráveis, sectores do Bordado Madeira, do Vinho Madeira e do restante Artesanato. Promoções conjuntas?!…”

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