O gabinete do Secretário Regional da Economia, Turismo e Cultura enviou ontem um esclarecimento sobre um artigo que publicámos, assinado por Rui Marote, intitulado “Rua do Aljube sem decorações de Natal até à data”. Por entender que a mesma não corresponde à verdade vem Eduardo Jesus afirmar que os trabalhos para a montagem das iluminações de Natal no Funchal encontram-se a decorrer até ao dia 1 de Dezembro, dia em que as mesmas acendem, pela primeira vez, integralmente, no Funchal.
“A Rua do Aljube, ao contrário do que é dado a entender na referida peça, terá decoração alusiva ao Natal, concretamente através da colocação de bolas a 3D nas quatro árvores junto à Sé Catedral e da decoração do Quarteirão do Bazar do Povo, que terá a continuidade do tecto de luz que será instalado no Largo do Chafariz. Acrescem, ainda, as árvores do Largo Gil Eanes, junto às Floristas, que já se encontram em fase final de ornamentação”, refere.
O comunicado finalizada dizendo que “mais uma vez, vem este meio de comunicação alimentar polémicas sem qualquer fundamento, sem confirmar, primeiro e junto das entidades, a veracidade dos factos, o que, naturalmente, não poderá ser considerado como o serviço público de informação que lhe compete”.
Resposta da Redacção:
A notícia assinada por Rui Marote apenas vem traduzir o descontentamento dos comerciantes da zona, que lhe foi directamente comunicado. O teor duma notícia como esta, em que se refere claramente que “até à data” não foram acrescentadas melhores iluminações natalícias deixa explícito que o que os comerciantes esperam é que a atractividade dessas iluminações seja melhorada. Se assim for, tanto melhor. Esperamos para ver. Quanto à confirmação de notícias, é certamente um procedimento a seguir, por regra; mas há coisas que são facilmente observáveis a olho nu. Uma delas é a de que provavelmente neste Natal o Funchal não terá o “brilho” das decorações natalícias doutros tempos, a começar, eventualmente, pelas ribeiras. O que não invalida os esforços da SRETC para fazer o seu melhor. Não vale a pena, porém, embandeirar em arco com a menor das críticas. O FN pugna o melhor possível pela veracidade das notícias que transmite, fazendo fé nas suas fontes e cruzando informação. O que não quer dizer que sejamos impermeáveis a eventuais erros e não queiramos sempre melhorar.
Luís Rocha/subdirector
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