Rubina Leal deita a mão a mulher vítima de queimadura grave quando limpava hotel de luxo

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Uma imagem do braço de Carla Patrícia Costa. Fotos arquivo FN.

O caso da mulher que foi vítima de um acidente de trabalho num hotel de luxo da Região, ao serviço de uma empresa de limpeza, que lhe queimou a mão e parte do braço, continua a ter um desfecho incerto. A doente, acompanhada pela Companhia de Seguros Açoreana, aguarda há algum tempo por uma biópsia, cerca de quase nove meses após o acidente que a tem deixado de braço.

Apesar de tudo, há uma luz ao fundo do túnel, no âmbito social: Carla Patrícia Costa bateu à porta de Rubina Leal e esta, prontamente, colocou os seus técnicos a auxiliar a vítima, uma vez que tem quatro filhos, de idades entre os 9 e 18 anos, e vive num apartamento social da Câmara Municipal do Funchal. O apoio social a esta família é também necessário, porque vem aí mais um ano escolar, e a secretária regional da Inclusão e Assuntos Sociais terá sido sensível a este problema, assim como ao problema de saúde desta mulher, no sentido de serem agilizados os processos necessários a uma resolução do problema.

Recorde-se que, tal como o FN tem divulgado, Carla Patrícia Costa era uma das funcionárias ao serviço da Serlima que se lesionou, em dezembro passado, durante as limpezas do Hotel Pestana Miramar, alegadamente na sequência de um produto nocivo que lhe causou grandes feridas no braço e na mão. Uma situação que se tem vindo a agudizar com o passar do tempo, deixando em desespero esta família.