Dia da Mulher Africana e Latino-Americana assinalado na Fundação Silvério Pires

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Fotos: Rui Marote

A Fundação João Silvério Pires, na Rua da Carreira, no Funchal, acolheu hoje o programa comemorativo do Dia Internacional da Mulher Negra, Latino-Americana e Caribenha, e do Dia da Mulher Africana.

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A sessão incluiu uma intervenção de Graça Alves, do Centro de Estudos de História do Atlântico, e outra de Helena Pestana, da Associação Presença Feminina. As oradoras focaram os problemas das mulheres africanas no século XXI. Por outro lado, Enrique Vieira, do Clube Social das Comunidades Madeirenses, abordou os problemas das afrodescendentes na América Latina e nas Caraíbas e o “grave problema humanitário que as mulheres venezuelanas enfrentam neste momento”.

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Leonor Matilde Sousa, da Associação Cultural Recreativa Africana na Madeira, foi outra interveniente. Em debate estiveram ainda outros aspectos curiosos e interessantes, como a história das bonecas Abayomi, símbolo de resistência, tradição e poder do feminino africano, e histórias e testemunhos de vida de afrodescendentes, latino-americanas e caribenhas na ilha da Madeira.

O Dia da Mulher Africana teve origem na Conferência das Mulheres Africanas realizada a 31 de Julho de 1962 Dar-es-Salaam, na Tanzânia. A reunião teve, então, como principais objectivos debater o papel da mulher na reconstrução de África, no combate à propagação da Sida, na educação, no término dos conflitos e na garantia de paz e da democracia.


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