População dos Canhas espera e desespera pela reabertura da ER 222

rateiraA população dos Canhas espera e desespera pela conclusão das obras na Estrada Regional 222.

As obras começaram a 18 de Janeiro e os trabalhos deverão prolongar-se, pelo menos, até finais deste mês de Julho.

Recorde-se que a Direção Regional de Estradas está a construir taludes de proteção à estrada para impedir quedas de pedras.

As obras decorrem nos sítios da Rateira e Voltinhas e implicaram o corte total da via.

Em Janeiro, a população, com o presidente da Ponta do Sol a seu lado, Rui Marques, ainda protestou reclamando que se construísse uma ponte provisória mas a interrupção total foi inevitável.

As obras obrigaram a que a Rodoeste desviasse o intenerário descendeo e subindo pela Estrada das Murteiras; Levada do Poiso –Livramento; Descida do Cabouco; Livramento; e Ponta do Sol. Uma volta maior a que, diariamente, são também obrigados a fazer todos quantos se deslocam dos Canhas para os sues trabalhos a leste.

A obra de “Consolidação dos taludes sobranceiros à ER 222, nos Sítios das Voltinhas e da Rateira-Ponta de Sol” incluem, além dos trabalhos preparatórios, a realização de terraplenagens, estruturas de suporte correntes, obras de consolidação, drenagem, pavimentação e monitorização das áreas a intervencionar.

A empreitada foi lançada aind aplea anterir Vice-Presidência do Governo Regional por 2,3 milhões de euros mas está agora a cargo da Secretaria Regional dos Assuntos Parlamentares e Europeus.

Para além do valor da empreitada foi preciso proceder à expropriação de imóveis.
O talude do sítio da Rateira foi dividido em dois trechos independentes, ambos constituídos por materiais de fraca resistência, por se encontrarem muito fraturados ou erodidos, verificando-se com alguma frequência o desprendimento de pequenas pedras e blocos, colocando em causa as condições de segurança mínimas aceitáveis para a passagem de veículos e pessoas na Estrada Regional.

A solução passa pelo reperfilamento do terreno, designadamente com cerca de 100 metros de desenvolvimento e altura máxima de 50 metros, através do desmonte do maciço por bancadas, procedendo desta forma ao seu reperfilamento.

A intervenção está a ser feita por conta de dinheiros decorrentes do temporal de 20 de Fevereiro de 2010.


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