Filipa Fernandes Castro lidera ‘Nós Cidadãos’ na Madeira

Filipa Fernandes2Realizou-se sábado, dia 2 de Julho, o 1.º Congresso Regional do partido ‘Nós, Cidadãos!’- Madeira e Porto Santo, no Hotel Orquídea, no Funchal.

No 1.º Congresso regional foi examinada e discutida a situação política regional e nacional, em particular, assuntos/matérias como educação, saúde, desemprego, apoios sociais, justiça, turismo, economia e finanças.

Foi também apresentada aos congressistas uma Moção Global de Orientação Política para a RAM intitulada “Mais Cidadania, Mais Autonomia, Melhor Futuro!, cujos subscritores são Ana Filipa Silva de Castro e Miguel Alexandre Palma Costa, e a respetiva candidatura à liderança da Secção Regional do partido (“Lista A”), sendo que a mesma foi submetida a votação secreta e colheu a unanimidade dos votos dos congressistas presentes, tendo os membros eleitos tomado de imediato posse das suas funções.

Os órgãos regionais do Nós, Cidadãos! – Madeira e Porto Santo têm a seguinte composição e são presididos pelos seguintes militantes do partido:

MESA DO CONGRESSO REGIONAL, Presidente – Filipe de Jesus Borges Tavares e mais dois vogais;

COMISSÃO POLITICA REGIONAL, Presidente – Ana Filipa Silva Fernandes de Castro, Vice-presidente – José Edgar Marques da Silva, Vice-presidente – Miguel Alexandre Palma Costa e mais seis vogais;

COMISSÃO DE JURISDIÇÃO REGIONAL, Presidente – Higino Pestana Vasconcelos e mais dois vogais; COMISSÃO REGIONAL DE AUDITORIA FINANCEIRA, Presidente – Maria Rubina Silva Calçada e mais dois vogais.

A presença do fundador e atual Presidente Nacional do Nós, Cidadãos!, Mendo Castro Henriques, no Congresso, serviu para trazer aos filiados regionais uma palavra de solidariedade construtiva das estruturas nacionais do partido e uma visão e conjunto de propostas/ideias muito oportunas e úteis para os desafios e dificuldades que se aproximam.

Lembrou ainda que o ‘Nós, Cidadãos!’ é um partido social-democrata que é contra toda as ditaduras, incluindo a ditadura da maioria e que a democracia deve criar mecanismos que impossibilitem qualquer tipo de opressão/discriminação das minorias, sejam elas étnicas, raciais, religiosas, de carácter sexuais ou outras.