
“Zika: Quais os países europeus que estão em risco? A Organização Mundial de Saúde alerta para um alto risco de um surto na Madeira e na Geórgia e um risco moderado em 18 outras nações”.
É assim que a Sky News noticia o mais recente alerta da OMS.
Ainda segunda aquela estação televisiva, os dois países estrangeiros mais populares para os viajantes do Reino Unido foram identificadas como de risco “moderado” para a transmissão do vírus Zika (França e Espanha).
Na lista dos 10 países mais visitados por britânicos inclui-se mais dois -Itália e Grécia- que foram colocados na categoria de risco “moderado” pela OMS.
Um total de 18 países, onde o mosquito Aedes albopictus é endémica estão em risco “moderada”, de acordo com a OMS.
São eles a Albânia, Bósnia e Herzegovina, Bulgária, Croácia, França, Alemanha, Geórgia, Grécia, Israel, Itália, Malta, Mónaco, Montenegro, Roménia, San Marino, Eslovênia, Espanha, Suíça, Turquia e Cidade do Vaticano.
A OMS diz que há uma “alta” probabilidade de o vírus aparecer em áreas onde foi detetado o tipo de mosquito ‘Aedes aegypti’.
O Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças diz que o tipo de mosquito foi relatado recentemente na Madeira, nos Países Baixos e na costa do Mar Negro norte-oriental (sul da Rússia e da Geórgia).
41 dos 53 países europeus têm “muita boa ou boa” capacidade para lidar com um surto.
O Zika é responsável por um tipo de defeito de nascença chamada microcefalia, o que resulta em recém-nascidos com cabeças pequenas.
Também tem sido fortemente ligada ao síndrome de Guillain-Barre, que ataca o sistema nervoso e pode conduzir à paralisia.
Já houve casos de Zika relatados na Europa em pessoas que regressaram de viagens à América do Sul.
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