30 mil metros cúbicos de solo já foram escavados na obra do Savoy

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*Com Rui Marote

A obra de construção do hotel Savoy é a maior em curso neste momento na Região, razão pela qual o FN tem acompanhado o seu desenvolvimento. Erigir o novo hotel, polémico para alguns, perfeitamente legítimo para outros, não é tarefa fácil e exige singulares esforços para o seu empreendimento.

Conforme apurámos, participam na tarefa de erguer o edifício 210 colaboradores. A maior parte é pessoal de produção directa como carpinteiros, pedreiros, armadores de ferro e serventes, os quais são enquadrados por encarregados, por sua vez apoiados por administrativos e apontadores, os quais são liderados, orientados e supervisionados por um corpo técnico.

A obra emprega cinco gruas torres – a sexta está actualmente em fase de montagem – e por gruas móveis de apoio. Concorrem também para a construção diversos equipamentos de terraplanagem (escavadoras, conjunto industrial, bobcat, camiões basculantes, etc.) e equipamentos para a realização de betão (central de betão, camiões betoneiras e auto-bombas de betão).

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No decorrer desta obra, que terá necessário impacto na cidade do Funchal, visual e economicamente, positivo para uns, prejudicial para outros, como já referimos, mas que certamente não pode ser ignorado, foram, até à data e de acordo com as nossas fontes, extraídos já cerca de 30 mil metros cúbicos na escavação de solos, cerca de 1300 metros cúbicos na escavação de rocha, e produzidos cerca de 14 mil metros cúbicos de betão, bem como cerca de 1350 toneladas de aço.

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Actualmente, o projecto de construção prossegue no ritmo previsto e de acordo com o programa de trabalhos. Prevê-se a a continuação do incremento de mão-de-obra durante os próximos meses, para trabalhos de estrutura e início de acabamentos.

Recorde-se que a construção do novo hotel Savoy iniciou-se a 4 de Janeiro do corrente ano. Após três meses e meio estão concluídas as fundações, as redes enterradas e o pavimento térreo do embasamento do hotel. Estão também já realizadas cerca de 12 mil metros quadrados de lajes, isto incluindo os elementos verticais (muros e pilares) que as sustentam.

Nem a chuva que teima em cair afrouxa o avanço das obras. Segundo apurámos, todos os sábados Avelino Farinha passa revista à área em transformação, reunindo-se com os subalternos, de modo a controlar e a evitar desvios e derrapagens.