
A venda do “JM” está na “fase da negociação prévia”, apurou o FN junto do gabinete do secretário que coordena esta privatização, Sérgio Marques. Ninguém sabe garantir, com exatidão, a data da venda do matutino que já foi da Diocese, que já teve o título Jornal da Madeira e que agora é vendido nas bancas com a designação de “JM”. Tudo leva a crer que, até à concretização do negócio, muita tinta ainda vai correr.
Segundo o responsável pelo gabinete de comunicação de Sérgio Marques, a etapa da “negociação prévia” envolve uma componente de avaliação prévia da empresa por parte de um auditor externo. É um trabalho que está a cargo das finanças e que obedece a uma tramitação própria e burocrática. Uma coisa é certa: já foi escolhido o auditor. Falta fazer todo o trabalho de casa.
Após a avaliação, segue-se a publicação do decreto que regulamenta a venda do matutino e só depois a etapa crucial de análise das propostas formais apresentadas para a compra do “JM”. Segundo dados oficiais, estão em perspetiva duas propostas por parte de investidores diferentes, cujos nomes não são avançados.
A manter-se o interesse dos alegados investidores, este processo culmina com a resolução, em sede de Conselho de Governo, da venda do “JM” a um deles. Timing? Novo ponto de interrogação. Tudo se conjuga para que o processo esteja fechado em 2016, pelo que a procissão ainda vai no adro.
Descubra mais sobre Funchal Notícias
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.




