Relembrando o atentado terrorista em Istambul

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O atentado ocorreu nas proximidades imediatas do obelisco de Teodósio

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Fotos: Rui Marote, em Istambul

Foi um dia negro para a bela cidade de Istambul, e para todos os que a visitam. O autoproclamado Estado Islâmico foi o responsável pelo atentado protagonizado por um bombista suicida no passado dia 13 de Janeiro na praça Sultanahmet, nas proximidades dos famosos templos Mesquita Azul e Basílica de Santa Sofia. Uma área belíssima numa das mais interessantes e históricas cidades do mundo.

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A base do obelisco rachou

O trágico resultado do atentado foram doze mortos e 14 feridos. Onze dos mortos foram turistas de nacionalidade alemã, sendo o outro peruano.

Actualmente de passagem por Istambul, o repórter fotográfico do Funchal Notícias, Rui Marote, visitou o local do atentado, enviando-nos estas imagens que remetem para a natureza desoladora do acontecimento ali ocorrido.

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Actualmente, em toda esta zona, muito frequentada por turistas, os polícias são às dezenas, dá-nos conta Rui Marote. Alguns deles estão trajados à civil, embora trajando um colete vermelho, e esforçam-se por garantir a segurança dos visitantes estrangeiros.

A zona do atentado, junto ao obelisco, está assinalada com uma placa que diz, em alemão, ‘Sinceras condolências Alemanha’, e em turco, ‘Condenamos veementemente o terror”. Está assinado por uma família de turcos residente em Hannover, na Alemanha.

O ataque em 2016, protagonizado por Nabil Fadli, nascido em 1988, um membro sírio do Daesh, ocorreu na sequência de um outro, ocorrido a 6 de Janeiro de 2015, quando uma bombista suicida fez-se explodir perto de uma esquadra de polícia também na praça Sultanahmet. A mulher era Diana Ramazovna, uma cidadã russa de origem chechena, com ligações ao Daesh.