Amílcar Gonçalves é o director regional de Equipamento Social e Conservação

AmilcarA 30 de Abril de 2015, o engenheiro civil, Amílcar Gonçalves foi oficialmente nomeado para o cargo de director Regional dos Edifícios Públicos, em regime de substituição.

Com a reestruturação orgânica operada pelo Secretário Regional, Sérgio Marques foi criada a Direção Regional de Equipamento Social e Conservação.

Hoje, um despacho de Sérgio Marques designou, em regime de substituição, Amílcar Magalhães de Lima Gonçalves, para o cargo de diretor regional da Direção Regional de Equipamento Social e Conservação, cargo de direção superior de 1.º grau.

Amílcar Gonçalves foi ex-vereador na Câmara do Funchal e esteve afecto ao Laboratório Regional de Engenharia Civil (LREC).

Foi a escolha do novo secretário regional dos Assuntos Parlamentares e Europeus, Sérgio Marques para a pasta dos Edifícios Públicos e, agora, para a Direção Regional de Equipamento Social e Conservação.

Amílcar Gonçalves é licenciado em Engenharia Civil pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.

Iniciou a actividade, em Agosto de 1996, na Obra de Ampliação do Aeroporto do Funchal, integrado na Equipa de Gestão e Fiscalização da obra, como Engenheiro de Estruturas.

Em novembro de 1998 ingressou no Grupo Cimentos Madeira. Ingressou no LREC em Maio de 2002.

Em Outubro de 2009 foi eleito vereador da Câmara Municipal do Funchal.  Em Julho de 2012 passou a vereador a meio tempo com os pelouros do Parque de Máquinas e Viaturas, Tecnologias de Informação e Património.

De Outubro de 2012 a Outubro de 2013, ocupou o cargo de vereador a tempo inteiro com os pelouros das Obras Públicas, Transito, Protecção Civil e Bombeiros, Tecnologias de Informação e Património.

É membro sénior da Ordem dos Engenheiros de Portugal e foi eleito para o triénio 2013-2016, Vogal do Conselho Directivo da Delegação da Madeira da Ordem dos Engenheiros.

“o Eng.º Amílcar Magalhães de Lima Gonçalves, licenciado em Engenharia Civil pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, que tem vindo a exercer em regime de substituição o cargo de diretor regional da Direção Regional de Edifícios Públicos, atenta a sua competência técnica, experiência e qualificação profissionais, reúne os requisitos legais exigidos e perfil indicado para o exercício daquele cargo dirigente”, justifica o despacho.

Recorde-se que enquanto não se encon-trarem reunidas as condições legais para provimento dos respetivos cargos de direção superior através de procedi-mento concursal, a designação de dirigentes de grau supe-rior deve ser efetuada em regime de substituição.

É o caso.

 

 


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