
Os militares norte-americanos propõem-se investir o quádruplo do orçamento dedicado a estratégia de defesa europeia no ano que vem, em virtude da “agressão russa”, conforme referiu o secretário da Defesa dos EUA, Ash Carter. Para este responsável, a Rússia e o seu comportamento são um desafio crescente para os Estados Unidos.
Depois da anexação da península da Crimeira em Março de 2014, as relações entre os EUA e a Rússia deterioraram-se.
O Pentágono, citado pela BBC, declarou que irá também propor um aumento de 50 por cento nas verbas dedicadas à luta contra o auto-proclamado Estado Islâmico.
Nada mais nada menos do que 1,8 mil milhões de dólares deverão ser alocados à compra de armamento para a campanha aérea contra o Estado Islàmico na Síria e no Iraque.
O investimento crescente na Europa permitirá que mais soldados sejam colocados em bases europeias, realizando também mais exercício e treinos com os aliados do Velho Continente.
“Estamos a manter uma abordagem forte e equilibrada para deter a agressão russa”, disse publicamente Ash Carter. “Não tivemos que nos preocupar com isto por 25 anos, e embora preferíssemos que as coisas fossem de outra maneira, agora temos”.
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