Bilhete da TAP escalda com 500 euros mesmo que a viagem só aconteça em março/abril

Foto: Presstur

O subsídio de mobilidade atribuído pelo Governo Regional aos transporte aéreo de residentes continua a provocar um efeito perverso junto das próprias companhias e ninguém vê solução para o problema. Se o governo subsidia, para ajudar os residentes, eis que as empresas responsáveis pelas aeronaves fazem disparar os preços e, ao fim e ao cabo, são os contribuintes a pagar uma factura muito alta. Suporta o passageiro e depois o Estado, no reembolso, que é como quem diz, todos nós contribuintes líqudos do Estado.

O FN continua a ser alertado pelos leitores que se mostram indignados com esta atuação. E os argumentos oficiais de que os preços só são exorbitantes quando os bilhetes são reservados em cima da hora ou próximo da viagem também não colhem porque a realidade vem demonstrar o contrário.

Como exemplo, faça-se uma simulação de uma viagem na insuspeita TAP, entre Funchal-Lisboa, com ida a 27 de março e regresso a 4 de abril; a disponibilidade de voo já remete para uma tarifa superior que atinge os 500 euros. A esta distância temporal… “É um verdadeiro desfalque aos residentes na Madeira que o Governo Regional deveria procurar intervir ainda mais para que prevaleça o bom senso junto dos responsáveis pela TAP”, argumentam os leitores.

 

Descubra mais sobre Funchal Notícias

Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.