
O deputado socialista Vítor Freitas não poupou hoje nem o presidente do Governo Regional da Madeira, nem os dois principais jornais diários da Região, Diário de Notícias e JM. Um, porque, em seu entender, “não tem vergonha na cara”, por ter feito diversas promessas ao eleitorado, em vésperas de votação, que depois sucessivamente não se concretizaram. Nomeadamente, o avião cargueiro, ao lado de cujos promotores Miguel Albuquerque “se passeou”, os armadores supostamente interessados na ligação ferry ao continente, que afinal não o estão, o JM, para o qual não iria nem mais um tostão do erário público, e que afinal vê o seu passivo assumido pelo Governo Regional, e novas injecções de capital; ou seja, concluiu, a palavra de Miguel Albuquerque “não vale nada”.
Quanto aos jornais, insinuou que estão cegos a esta realidade, não a transmitindo corretamente à opinião pública: “Uma pessoa desce a Fernão de Ornelas e é JM de um lado e JM do outro”.
Vítor Freitas criticou ainda o Governo Regional por considerá-lo pouco autonomista.
Uma intervenção que motivou acusações de “demagogia” por parte do deputado do PSD, Jaime Filipe Ramos.
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