
Ontem ao meio dia terminou o prazo limite para a entrega de propostas de alteração aos estatutos e moções de estratégia global e sectoriais, para o congresso do CDS-PP Madeira.
Lino Abreu, presidente da Comissão Organizadora do XV Congresso Regional daquele partido, disse ontem que a referida Comissão recebeu quatro moções globais: uma que tem como primeiro subscritor o deputado e candidato à liderança Rui Barreto, outra da autoria do deputado Ricardo Vieira, que é subscrita pelo candidato João Catanho, outra do líder parlamentar, Lopes da Fonseca, e uma quarta moção, do militante Raul Ribeiro.
Com a entrega destas moções dentro dos prazos limites, disse ontem Lino Abreu, “o CDS-PP deu um passo fundamental para o seu futuro”.
“Quatro moções e dois candidatos assumidos são a prova de que o partido está bem vivo”, asseverou. Isto demonstrou que tem bons quadros, militantes de valia capazes de movimentar uma discussão interna de que, em seu entender, a unidade do partido só terá a beneficiar, garantiu.
Assim, o CDS entrará “num novo ciclo”. O Congresso, disse ainda o orador, será sem dúvida um momento de afirmação dessa vontade.
Por isso, concluiu, estão reunidas as condições para que do XV Congresso do CDS-PP Madeira saia uma nova liderança que interprete bem os tempos da política regional, que seja capaz de responder aos importantes desafios económicos, sociais e ambientais que estão hoje colocados aos madeirenses e porto-santenses.
Unidade e não unicidade deve ser acarinhada no seio do partido, disse Lino Abreu, que considerou que o CDS é um partido líder da oposição na RAM.
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