
Seis caras novas na Assembleia da República. Desta vez, os deputados eleitos pela Madeira não contaram com ninguém que fizesse a ponte geracional.
Tal papel de cicerone, mesmo para deputados de cores diferentes, era desempenhado por históricos como Guilherme Silva, Hugo Velosa e Correia de Jesus.
Desta vez nem Sara Madruga da Costa, nem Rubina Berardo nem Paulo Neves, estreantes do PSD, puderam contar com esse apoio para conhecer os cantos à casa.
Carlos Pereira e Luís Vilhena (PS) também marcaram presença em São Bento e estrearam-se com uma vitória, a eleição de Ferro Rodrigues para presidente do parlamento.

Já Paulino Ascenção estreou-se de forma inédita: antes de assumir o seu lugar na última bancada do hemiciclo, vestiu, com os restantes 18 deputados do Bloco de Esquerda (BE), a camisola a pedir a libertação do activista angolano que está em greve de fome.
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