
Um ano após o fim das obras na Rotunda do Infante, os blocos de cantaria rija do arco e do pedestal do monumento em honra de D. Henrique, “principal impulsionador dos descobrimentos portugueses e primeiro donatário do arquipélago da Madeira” (Saiz-Trueva & Veríssimo – 1996), continuam numerados com tinta azul.
O estado em que se encontra a obra de arte da autoria do escultor Leopoldo de Almeida é mais um exemplo da forma negligente como é tratado o património cultural na Região Autónoma da Madeira.
*Texto e fotos de Raimundo Quintal
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