Mosquito “aedes” regressa em força

Santa Luzia, Rochinha e Baixa do Funchal são as zonas onde o mosquito regista grande eclosão.

Mal a primavera deu o ar da sua graça, intervalada com umas ligeiras chuvas, o mosquito “aedes aegipty” está em elevada eclosão. São muitos aqueles que se queixam do regresso desta praga, incapaz de ser erradicada da Madeira e apelam à rápida intervenção do governo regional para evitar um surto como já aconteceu em anos anteriores.

Num momento em que o Governo Regional está em gestão de funções até à tomada de posse, o combate ao mosquito não pode ter tréguas, alertam-nos especialistas ligados à saúde. No entanto, o site do IASAÚDE esclarece que não está de braços cruzados e considera que a prevenção de cada cidadão ainda é a melhor estratégia. Mas esta opinião é também rebatida por aqueles que consideram que é preciso lançar já, nas zonas com maior difusão do inseto, uma operação de desinfestação, com recurso aos técnicos da Extermínio.

Entretanto, os cidadãos, com mais ou menos prevenção começam a queixar-se das picadas do indesejado mosquito e toca a usar o não menos agradável repelente e raquete antimosquito.

No site do IASAÚDE, pode ler-se: “O mosquito Aedes aegypti é um potencial vetor de doenças, como o dengue e a febre-amarela, sendo por esta razão foco de atenção em Saúde Pública. A probabilidade de transmissão de doenças exige a presença de mosquitos e de pessoas infetadas, numa determinada área geográfica. A prevenção é a principal ação para controlar a sua proliferação, eliminando sobretudo os ambientes favoráveis à sua reprodução. As medidas de saneamento ambiental representam o meio mais eficaz no controle dos mosquitos e são uma responsabilidade coletiva. A par da ação sobre o ambiente, deverão ser tomadas precauções individuais”.