
A Associação Living Care considera urgente a reactivação do grupo de trabalho regional para os cuidados de longa duração e longevidade, criado em 2022, defendendo que este instrumento deve voltar a assumir um papel central na definição de uma resposta estruturada aos desafios do envelhecimento na Região Autónoma da Madeira.
Num contexto de crescente pressão sobre o sistema de saúde e de aumento da complexidade dos perfis clínicos dos utentes, a Associação entende que a resposta actual exige uma abordagem integrada, articulando de forma eficaz as áreas da saúde e da segurança social, refere um comunicado.
“A realidade actual demonstra que o modelo tradicional está esgotado e que é necessário evoluir para soluções mais integradas, centradas na longevidade e na qualidade de vida”, afirma Tony Saramago, presidente da Direcção da Associação Living Care.
A Associação Living Care irá apresentar ao Governo Regional uma proposta estruturada para a reactivação deste grupo de trabalho, incluindo modelo de funcionamento, entidades a envolver e prioridades estratégicas, com o objetivo de promover uma resposta mais eficaz, sustentável e ajustada à realidade demográfica da Região.
A Living Care sublinha ainda a importância de envolver ativamente as entidades que operam no terreno, valorizando o conhecimento técnico acumulado na prestação de cuidados e contribuindo para a definição de políticas públicas mais adequadas e exequíveis.
“O futuro dos cuidados exige uma estratégia integrada, que vá além da resposta à dependência e que incorpore a promoção da longevidade ativa, da prevenção e da inovação no setor”, acrescenta Tony Saramago.
A Associação Living Care afirma estar, como sempre desde a sua criação em 2015, disponível para colaborar com todas as entidades públicas e privadas na construção de um novo modelo de cuidados orientado para a promoção da longevidade da população.
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