O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê um agravamento do estado de tempo no arquipélago da Madeira de amanhã, dia 12 de Dezembro, às 8 horas, até 14 de Dezembro (domingo), às 12 horas. Assim, prevê-se:
“Vento forte a muito forte de norte, a partir do início de dia 12 de Dezembro (sexta-feira), até à manhã de dia 14 de Dezembro (domingo) com rajadas até 90 km/h, sendo até 110/130 km/h nas terras altas”, refere uma nota.
“Precipitação por vezes forte e persistente, que poderá ser de granizo e acompanhada de trovoada entre a manhã de dia 12 de dezembro (sexta-feira) e a manhã de dia 13 de Dezembro (sábado) na vertente norte e nas terras altas da ilha da Madeira. O período para a queda de neve está previsto entre as 9 horas do dia 12 de Dezembro e as 9 horas do dia 13 de Dezembro”, cita a dita nota de imprensa.
Mar com agitação forte a partir do início da manhã de dia 12 de Dezembro (sexta-feira) e até à manhã de dia 14 de Dezembro (domingo). Na costa norte e Porto Santo, são esperadas ondas de Noroeste com 4 a 5 metros, aumentando gradualmente até aos 7,5 metros, podendo atingir 14 metros de altura máxima. Na costa sul esperam-se ondas do quadrante oeste com 4 a 5 metros, aumentando para 5 a 6 metros na parte Oeste da ilha da Madeira até à tarde do dia 13 de Dezembro (sábado), podendo atingir 10 metros de altura máxima.
Em função das condições meteorológicas previstas é expectável:
•
Possibilidade de queda de ramos ou árvores, bem como de afectação de infraestruturas associadas às redes de comunicações energia.
•
Arrastamento para as vias rodoviárias de objetos soltos ou ao desprendimento de estruturas móveis ou deficientemente fixadas e objetos, por efeito de episódios de vento forte, que podem causar acidentes com veículos em circulação ou transeuntes na via pública.
• Piso rodoviário escorregadio, devido à possível formação de lençóis de água.
• Ocorrência de inundações em zonas urbanas.
• Dificuldades de drenagem em sistemas urbanos, podendo causar inundações nos locais historicamente
mais vulneráveis.
• Desmoronamento de muros de suporte ou taludes.
• Movimentos de vertentes, em especial junto de agregados populacionais, vias rodoviárias, dado o potencial
aumento da sua instabilidade.
• Galgamentos costeiros.
O Serviço Regional de Protecção Civil, recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adopção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, e nas áreas mais expostas e vulneráveis, se recomenda a adopção das principais medidas preventivas para estas situações.
Nomeadamente:
• Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objectos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas.
• Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas.
• Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos
Em função das condições meteorológicas previstas é expectável:
• Possibilidade de queda de ramos ou árvores, bem como de afectação de infraestruturas associadas às redes de comunicações energia.
• Arrastamento para as vias rodoviárias de objetos soltos ou ao desprendimento de estruturas móveis ou deficientemente fixadas e objetos, por efeito de episódios de vento forte, que podem causar acidentes com veículos em circulação ou transeuntes na via pública.
• Piso rodoviário escorregadio, devido à possível formação de lençóis de água
• Ocorrência de inundações em zonas urbanas.
• Dificuldades de drenagem em sistemas urbanos, podendo causar inundações nos locais historicamente
mais vulneráveis.
• Desmoronamento de muros de suporte ou taludes.
• Movimentos de vertentes, em especial junto de agregados populacionais, vias rodoviárias, dado o potencial
aumento da sua instabilidade.
• Galgamentos costeiros.
Assim, toda a atenção deve ser dada à prevenção.
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