A criação de novas respostas de mobilidade no concelho de Santana que, simultaneamente, sirvam a cidade, garantam ligações às zonas mais distantes e dispersas ao centro e assegurem uma resposta mais eficaz do ponto de vista das deslocações internas entre as diferentes freguesias, é o objectivo da candidata do PSD/M à Câmara Municipal, Cláudia Perestrelo, que defende, a este nível e a par do investimento na melhoria e na criação de novas acessibilidades, a reorganização da resposta que actualmente é prestada à população, refere um comunicado.
Essa reorganização “passa por rever e ajustar, juntamente com as entidades competentes, os horários actualmente praticados às reais necessidades das pessoas, compatibilizando-os, por exemplo, com os horários laborais, uma mudança que é fundamental para quem trabalha mais longe”, mas, também, “pela introdução de um novo serviço de transporte que sirva a população durante o dia, nas suas deslocações dentro do concelho”.
Conforme enuncia, “é fundamental criar ou reforçar carreiras de autocarro adaptadas às freguesias menos acessíveis, com horários mais frequentes, mas também veículos de menor dimensão para percorrer melhor zonas estreitas”. Segundo a candidata, “não se justifica que, a determinadas horas, passem autocarros em algumas zonas, na maior parte das vezes vazios, quando temos táxis de nove lugares disponíveis em Santana que poderiam garantir este serviço, de forma mais próxima, célere e com novos horários, para melhor servir quem aqui reside”, vincando que, no novo modelo municipal de transportes que se propõe implementar, os táxis seriam integrados como mais uma alternativa e mais uma resposta “prática, eficiente e de proximidade”, integração essa a assegurar através de protocolos com o Município e as Juntas de Freguesia.
Cláudia Perestrelo avança que, além dos protocolos com os taxistas para que façam serviços de transporte em articulação com as Juntas de Freguesia, é um compromisso da sua candidatura lançar o “Voucher Táxi” destinado aos idosos e à população com mobilidade reduzida ou sem transporte individual, mais uma medida que pretende “salvaguardar que todos, sem excepção, tenham acesso a respostas mais eficazes e direcionadas às suas necessidades”.
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