Camacha, “quem te viu e quem te vê”…

Rui Marote
As circunstâncias mudaram muito ao longo do tempo. A freguesia da Camacha está hoje descaracterizada. O largo da Achada é uma autêntica faixa de “Gaza”; não é a Camacha que conhecemos. Deserta, sem vida, nada convidativa.
O Café Relógio era ponto obrigatório de paragem, com visita aos artesãos da obra de vimes, ao grupo folclore que se exibia, três vezes por semana, ao artesanato exposto… E tudo se desmoronou como um baralho de cartas.
Nem os camacheiros frequentam o Largo da Achada/ Conselheiro Aires de Ornelas. As flores desapareceram dos jardins e a entrada quem vem do Funchal, quase mete medo. Um prédio em ruínas onde funcionou o café e restaurante e obra de vimes do Sr. Guilherme e um outro café do Gil.
Um tapume esconde a matagueira em redor deste edifício-esqueleto. Há quem já se tenha esquecido de há quantos anos se encontra neste estado. Sem mais comentários, pois as imagens falam por si.

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