A Festa de Verão do PSD-M no Porto Santo, este fim-de-semana, ficou marcada por declarações entusiásticas de Miguel Albuquerque: “O PSD/M é um partido de luta, é um partido de garra, sempre foi assim há quase cinquenta anos e, por isso, o próximo desafio é vencermos as autárquicas e, aqui no Porto Santo, a escolha é muito clara: ou vamos eleger um homem e uma equipa que têm feito um trabalho excepcional ao serviço desta Ilha ou então vamos entrar em disfuncionalidades e regressão, parando tudo o que está aqui em andamento”, sentenciou o líder regional dos “laranjas”.
Voltando a repetir que o o objectivo dos mesmos é, nada menos que vencer os 11 concelhos da RAM, Albuquerque diz contar com todos para caminhar para este desiderato.
No caso do Porto Santo, esta vitória, diz, assume particular importância, até para que o trabalho que tem vindo a ser cumprido em cooperação e estreita parceria continue no futuro, aludindo, neste caso e a título de exemplo, à obra da Unidade de Saúde local mas, também, às obras que espera concretizar em colaboração com a autarquia no próximo mandato, nomeadamente o novo Campo de Futebol, o Mercado Municipal e mais oferta de Habitação, enfatiza também uma nota.
“Vamos continuar, juntos, a trabalhar para o bem do Porto Santo”, disse, reforçando “que o PSD/M é o único partido que coloca, sempre, em primeiro lugar, a Madeira e o Porto Santo”, alegou.
Albuquerque repete que a Região precisa de mais Autonomia e que, para esse efeito, é urgente uma revisão Constitucional.
“Contra todos aqueles que são contra e contra o conservadorismo do País, vamos apresentar em Setembro o nosso projecto de revisão Constitucional e vamos também garantir que seja revista a Lei mais injusta e mais idiota que é a Lei das Finanças Regionais, uma Lei que não ajuda nem em nada abona a favor das Regiões Autónomas”, assegurou.
Concluindo, o presidente do PSD/Madeira foi igualmente taxativo ao afirmar que o partido só irá manifestar o seu apoio ao candidato à Presidência da República que assumir, concretamente e de forma inequívoca, o que é que quer para a Autonomia da Madeira.
Por seu turno, Nuno Batista fez um balanço positivo da sua governação e do trabalho que tem vindo a desenvolver com a sua equipa na autarquia local e deixou claro que se mais não foi feito, isso “deveu-se à quem causou a instabilidade política neste mandato autárquico e a todos os que nunca nada fizeram pelo Porto Santo”.
“Valeu a pena acreditar e o presidente do partido e presidente do Governo não falhou uma única linha comigo nem naquilo que prometeu aos Porto-Santenses e aquilo que não está feito, posso-vos garantir, com estabilidade política em breve estará pronto”, disse, apelando a que a população não se deixe influenciar pelas “mentiras” e pela “demagogia” da oposição e deixando claro que, com a confiança dos Porto-Santenses, manter-se-á a dinâmica que foi conseguida a vários níveis.
Já o presidente da Comissão Política do PSD Porto Santo declarou que 2025 “foi um ano particularmente difícil, mas feliz para nós”, aludindo às vitórias conseguidas este ano pelo partido e afirmando que o povo do Porto Santo soube escolher, este ano, a estabilidade e que é em nome dessa estabilidade que também saberá votar no próximo dia 12 de Outubro.
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