A candidata independente do Juntos Pelo Povo (JPP) à Câmara Municipal do Funchal assumiu este sábado o compromisso de aplicar na edilidade funchalense “uma gestão moderna baseada na transparência e na ética”, no caso de os funchalenses lhe confiarem os destinos da cidade nas eleições de 12 de Outubro.
Fátima Aveiro, acompanhada de elementos da sua equipa e dirigentes do JPP, esteve em contacto directo com as populações na manhã deste sábado, tendo atravessado o Funchal entre o Jardim Municipal e o Mercado dos Lavradores.
“Foram escolhas premeditadas para sinalizar lugares e cenários que nos recordam que o Funchal é uma cidade com história, com alma, com vida, mas com muitos problemas”, declarou a cabeça-de-lista.
“O que mais tenho feito, desde que assumi esta missão, é escutar as pessoas, perceber as suas preocupações e ambições”, afirmou a candidata à comunicação social, já na zona do Mercado dos Lavradores.
“Tem sido um processo enriquecedor, tenho aprendido muito, e garanto que nada ficará sem resposta se a população decidir escolher esta alternativa que é o JPP para construirmos um Funchal com todos e para todos. Está na hora de cuidar melhor dos nossos, dos que cá vivem e trabalham, o foco da Câmara não poderá estar centrado, única e exclusivamente, numa cidade para receber turistas, arrecadar receita fiscal recorde e esquecer as pessoas, as famílias.”
“Nas ruas, ouvimos as preocupações de quem aqui vive, a forma como é gerida a vida colectiva, sobretudo e em particular a carência de habitação, a falta de oportunidades iguais e a necessidade de uma mudança verdadeira”, prosseguiu Fátima Aveiro. “Essa mudança só é possível com o JPP. O nosso compromisso é a coragem de mudar, com transparência e ética em cada decisão, mas também com total autonomia, sem orientações do poder regional e nacional”, insistiu.
Entre as promessas feitas, ficam as seguintes: “Das decisões tomadas no centro às zonas mais altas, onde houver um funchalense, haverá prioridade; Uma cidade para todos, não apenas para os grandes monopólios; Oportunidades iguais para todo o tecido empresarial; Apoios justos e transparentes, focados em ajudar quem precisa a sair da precariedade; Cada euro gasto pela Câmara terá um destino claro e conhecido por todos; Nos primeiros 100 dias, criaremos um sistema de alertas para que todas as empresas possam concorrer a oportunidades municipais; Transparência total: saber quem recebe, quanto recebe e para que fim, seja particular ou instituição; As decisões devem vir da rua para os gabinetes, e não dos gabinetes para o papel; Transformar e inovar para um Funchal com qualidade e qualidade de vida”.
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