Estepilha: manobra de cabos era como “o ovo de Colombo”

Rui Marote
Nos dias de hoje “encarregados de obras” escasseiam no mercado laboral. Presenciámos um curioso episódio no centro do Funchal (Avenida do Mar). Esta manha na faixa de rodagem, no sentido Rotunda Sá Carneiro- Praça de Autonomia um camião estava estacionado no parque de estacionamento de viaturas ligeiras, carregando uma bobine de cabos eléctricos e três trabalhadores procediam à entrada destes cabos, com ajuda de vaselina, numa caixa de tubagem subterrânea que iria percorrer centenas de metros em direcção a um transformador. Normalíssimo.
Estepilha, acontece que os cabos para entrar nos tubos subterrâneos descreviam uma curva desde o camião até serem colocados na tubagem e os homens que estavam a fazê-lo, com a ajuda dos ombros e mãos, exerciam um esforço desnecessário.
Era como “o ovo de Colombo”: a solução estava mesmo à vista.
Se o encarregado da firma tivesse colocado o camião que transportava a bobine em sentido contrário os cabos deslizavam no “sentido dos cabelos”…

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