Edifício devoluto pode representar perigo para os peões

Rui Marote
Para circular nas ruas do Funchal hoje em dia, cada vez mais é mais recomendado o uso de capacete, dado o risco de queda de materiais de edifícios devolutos.
Na Rua João Gago, na retaguarda da Sé, um dos pontos turísticos mais frequentados por visitantes que ficam fascinados com o estilo gótico da catedral, e que continua a ser muito divulgada em postais e propaganda turística, deparámos com um eventual risco. As fotos são elucidativas aos nossos leitores. Trata-se do edifício que serviu nos últimos anos durante a presidência da Assembleia, de gabinete a Miguel Mendonça, quando o parlamento regional esteve largo tempo em obras. Mais tarde albergou os serviços administrativos deste primeiro órgão da região. Foi no tempo de José Manuel Rodrigues que se abandonou este espaço com o aluguer do ex-Lojão, a poucos metros do Parlamento Regional.

 

O edifício, que foi casa de bordados e que albergou escritórios de Américo de Brito, agência de viagens e outros é um autêntico palacete com torre. Mas nos dias de hoje tem os tapassóis degradados. Alguns já não existem e outros por precaução foram retirados. Os serviços camarários deverão identificar o proprietário e chamar atenção para o perigo iminente. Há que relembrar que na Rua da Carreira ainda recentemente houve a derrocada dos caixilhos de uma janela, em pedra de cantaria, que só por sorte não atingiram transeuntes.

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