Rui Marote
O FN tem abordado esta temática, porque uma estação de autocarros é essencial numa cidade moderna. Como já recordámos, o coronel Morna bem tentou, mas ninguém lhe deu ouvidos. Hoje os autocarros do Funchal da empresa “SIGA” circulam sem uma estação rodoviária e as paragens na Avenida do Mar servem de apeadeiro.
A Ribeira Brava (ver fotos) oferece condições, com abrigo para passageiros. Machico desde há muito que retirou os autocarros da Banda de Além e centro da Vila. A estação até tem um café disponível para os utentes, e incorpora ainda o escritório da CAM-SIGA.
Tanto na Ribeira Brava e Machico não existe um placar luminoso informativo das saídas dos autocarros e números da plataforma de saída. No Funchal o estado é caótico: os placares informativos com o número das carreiras e horas estão variados e ultrapassados., Cada vez mais os turistas estão a usar o transporte público. Querem ir ao Cabo Girão, Eira do Serrado-Curral das Freira,s Baía de Abra, Jardim Botânico…
E é vê-los de Herodes para Pilatos, porque nas paragens muitos dos horários estão ultrapassados e os sites não estão actualizados. Acabou o bilheteiro e o chefe de praça, o antigo horário, o desdobramento e o eventual. E há que retirar, ao ao longo dos percursos, as antigas placas da Rodoeste, SAM e outros .
Para ser” Siga Freitas” ainda há muito a modernizar, alertamos nós.
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