ADN quer educar população sobre prevenção de incêndios

João Abreu, cabeça de lista do ADN Madeira, e Teresa Vasconcelos, candidatos do partido ADN (Alternativa Democrática Nacional), propõem-se reforçar a educação e sensibilização da população sobre a importância da prevenção de incêndios.

Sugerem ainda o reforço da monitorização e vigilância das serras, bem como a
implementação e manutenção de faixas corta-fogo em várias localidades da Ilha, que são altamente resistentes ao fogo e fáceis de manter, eficientes e sustentáveis.

Teresa Vasconcelos diz também ser essencial promover a gestão eficiente da vegetação e o reforço dos equipamentos e formação, garantindo o cumprimento da Lei. “É necessário punir os proprietários, arrendatários ou outras entidades que não cumpram com a legislação, pois a negligência humana é uma das principais causas dos incêndios”, refere um comunicado.

João Abreu diz que os governos têm a obrigação de combater comportamentos erráticos, queimadas não autorizadas e/ou não monitorizadas pelas autoridades competentes. Devemos investir em métodos eficazes para controlar a propagação de árvores e plantas invasoras altamente inflamáveis, que estão a espalhar-se perigosamente pelas nossas serras.

Como solução, a equipa do ADN Madeira na voz do seu cabeça de lista João Abreu, reconhece a urgência e a importância de reforçar os meios de combate a incêndios florestais e propõe:

* Reflorestação com espécies nativas que sejam mais resistentes ao
fogo e que conservem a humidade do solo.
* Trabalho comunitário, integrando pessoas em idade laboral que
estejam desempregadas para ajudar na limpeza, manutenção e
reflorestação das serras.
* Reforçar a educação e sensibilização da população sobre a
prevenção e os meios de combate aos incêndios, informando sobre os
riscos e práticas seguras.
* Aquisição de um ou dois aviões do modelo Canadair e ou um outro
helicóptero de modelo mais avançado para o combate a incêndios
florestais, reforçando o compromisso com a protecção do meio ambiente
e a segurança das comunidades, garantindo uma resposta mais eficaz e
rápida aos incêndios florestais.
* A criação de uma equipa multidisciplinar de ajuda e limpeza dos
terrenos, criada por parte dos Governos para as Câmaras Municipais e
para Juntas de freguesia, para que limpem os terrenos que se encontrem
em fase de abandono ou negligenciados pelos proprietários punindo-os
com o valor da limpeza e respectivas coimas pelo não cumprimento da
Lei.

Teresa Vasconcelos termina relembrando que uma das consequências dos incêndios são os deslizamentos de terra, que podem limitar a mobilidade de algumas populações.

O ADN entende que é urgente realizar uma reconversão florestal, ou será ainda mais difícil reverter a ciclicidade de incêndios no nosso arquipélago.


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